Pois é, passou rápido! Foi exactamente há um ano que tive a possibilidade de adquirir o tão desejado computador Macintosh. O Pai Natal foi excepcionalmente generoso e deu um valente empurrão para esse mundo novo.
E um ano passou e continuo muito orgulhoso da minha aquisição.
Mas será que foi tudo um mar de rosas?
Tudo decorreu conforme as minhas expectativas. Como já estava bem ensinado de todos os tutoriais e vídeos atentamente devorados, a adaptação ao novo sistema foi bastante suave. De facto, se soubermos trabalhar bem com uma aplicação da Apple, como é muito bom exemplo o iTunes, a adaptação ao OS X é muito natural. Mas que tudo isso é muito fácil e simples já nós sabemos.
A Apple quando nos vende o Mac, deposita muita confiança na sua fiabilidade e no seu perfeito funcionamento. O contrário também não seria de esperar. Mas quando surgem problemas ou falhas, sou capaz de ficar bem mais aborrecido do que com as falhas tão comuns e os bloqueios demasiado frequentes das velhas máquinas Windows. Por outro lado, como dou por adquirido que isto que está à minha frente “é uma ganda máquina”, é vulgar estar constantemente só a pedir dela. E mesmo assim, sou muitas vezes surpreendido pela positiva.
Lembro-me de uma situação em particular em que tinha de realizar um trabalho e já estava um pouco atrasado. Situação ideal para testar a performance do mac numa real situação de stress. Respondeu maravilhosamente bem. Em nada comparado com a antiga máquina Windows. Sem bloqueios, sem falhas e rápido na resposta.
Claro está que nem sempre se portou bem e aproveito este post para deixar algumas críticas a coisas que teimam em não melhorar, por razões que desconheço.
Uma das piores coisas que aconteceram foi o Kernel Panic. Num período de intenso uso diário ao longo de um ano, só por uma vez a coisa correu mal. Já não me recordo o que levou a que tal sucedesse mas sei que o Restart resolveu o problema.
O Safari poderia ser neste momento o meu browser de eleição não tivesse ele frequentes bloqueios e alguma lentidão nas horas de uso mais intenso. Não o é apenas por causa disso. Assim que o Google Chrome ficou disponível e depois de verificar que responde bastante bem às minhas necessidades de navegação, foi eleito o meu browser por defeito.
O iPhoto também seria uma excelente aplicação se não encravasse tantas vezes quando faço edição de fotos. E repare-se que são apenas edições ligeiras. Creio que existirá qualquer problema na gestão dos ficheiros. Não tenho outro software para o substituir, talvez porque também não tenho essa necessidade.
A actualização para o Snow Leopard foi muito bem vinda. Quer pelo preço muito convidativo (foi provavelmente a única vez que paguei por um sistema operativo),quer pelas melhoras na performance. Arrisquei na instalação: avancei sem qualquer back-up. Fiz uma instalação normal, como se se tratasse de uma mera actualização. No entanto, talvez hoje tivesse optado por um back-up, apagar o disco e fazer uma instalação limpa do sistema. Devo dizer que me chateia trocar de 32bit e 64bit porque determinado add-on ou software ainda não está modernizado. Chateia-me que me obriguem a re-instalar coisas como o Rosetta, que fazia parte do Leopard. Ainda há aplicações que precisam. Chateia-me o aparecimento de anomalias e bloqueios que não existiam no OS X Leopard. (As actualizações melhoraram isso.)
Mas há outros factores. O disco está praticamente cheio (um disco externo está já a caminho da minha secretária), há acumulação de plug-ins, aplicações, add-ons que depois acabam por não ter qualquer uso prático e consomem recursos. Há que arranjar tempo e alguma paciência para limpar o que não é necessário.
Por fim, continuo a achar que a experiência de uso de um Mac é superior à minha antiga e terrível experiência Windows. Sim, já sei que o Windows 7 está muito melhor, mas considero aquelas interfaces e grafismos demasiado ruidosos.
E já se sabe: “Once a Mac, never go back!”










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