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Escolher o programa para abrir um ficheiro

A maneira mais simples que existe de abrir um ficheiro é fazer um duplo-clique sobre ele. Quando o fazemos, o computador escolhe um programa que “conheça” esse tipo de ficheiro. Mas, e se nós quisermos abrir o ficheiro com um programa específico, diferente daquele que abre por defeito?

Imaginemos o seguinte cenário. No nosso computador, temos instalados vários programas que sabem ler ficheiros de imagem do tipo JPEG, como a Pré-Visualização, o GraphicConverter, o GIMP, ou o Adobe Photoshop. Quando fazemos duplo-clique num ficheiro do tipo JPEG, o Mac abre a imagem num desses programas, tipicamente a Pré-Visualização.

Uma forma de escolher o programa com que queremos abrir o ficheiro é clicar com o botão direito do rato (ou fazer CTRL+clique) e escolher a opção Abrir Com. Aparecerá uma lista de programas de entre os quais poderá escolher o que melhor se ajustar à tarefa que desejamos realizar.

Mas, quando fazemos isto, a acção só tem efeito desta vez. Se quisermos que este ficheiro seja sempre aberto com um determinado programa, devemos realizar os passos que se seguem.

Clique com botão direito do rato (ou CTRL+clique) no ficheiro e escolha a opção Obter Informações (Maçã+I). Aparecerá uma janela com informações variadas sobre o ficheiro. Essa janela inclui uma parte que permite escolher o programa com que desejamos passar a abrir o ficheiro:

Como escolher o programa para abrir um ficheiro

Escolhemos o programa, e pronto. Da próxima vez que tentarmos abrir este ficheiro, será utilizado o programa que acabamos de especificar.

Note-se, no entanto, que esta configuração apenas tem efeito sobre este ficheiro, não afectando portanto todos os ficheiros do mesmo tipo. Se quisermos que todos os ficheiros do tipo JPEG passem a ser abertos com o Adobe Photoshop, precisamos de pressionar o botão Alterar Tudo…

A maior parte dos sistemas operativos, como o Windows ou o Linux, não conseguem associar uma aplicação específica a um único ficheiro. Trata-se, efectivamente, de uma particularidade do MacOS que às vezes se revela muito prática.

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OpenOffice.org – Um pacote de escritório

OpenOffice.org / NeoOffice

Quando se fala em pacotes de software indispensáveis em qualquer computador, só se pode estar a falar de duas coisas:

  1. o inigualável pacote iLife, que vem incluído em todos os Macs;
  2. um bom pacote de escritório, com boas capacidades a nível de processamento de texto, folhas de cálculo, apresentações multimédia, bases de dados, etc..

Neste segundo grupo de aplicativos, o mais difundido continua a ser o Microsoft Office. Em termos de processamento de texto, DTP (Desktop Publishing) e apresentações multimédia, o pacote iWork, da Apple, apresenta alguns trunfos face à proposta da Microsoft. Mais ainda quando se compara os preços…

Mas o que nem toda a gente sabe é que existe uma alternativa gratuita, com uma interface muito semelhante ao MS Office e praticamente equivalente no que se refere às funções disponíveis. E nem todos saberão que essa alternativa é, de um modo geral, compatível com os programas da Microsoft e, além disso, se encontra disponível para MacOS X, Windows e Linux.

Essa alternativa chama-se OpenOffice.org (www.openoffice.org). No caso dos Macs, há actualmente duas versões em circulação, a oficial (OpenOffice.org), que requer a instalação do X11, e uma outra (NeoOffice), que não requer.

Writer - Um processador de texto equivalente ao Word

Eu usei durante muito tempo o OpenOffice.org para as minhas tarefas de processamento de texto, e sou um adepto confesso. Mesmo não sendo tão leve e tão prático como o Pages e o Keynote, o OpenOffice.org funciona muito bem e faz aquilo que se propõe fazer. Tão bem ou melhor que o MS Office. Em todo o caso, creio que este programa ainda necessita de ser optimizado nas suas versões para MacOS X. Por exemplo, ao trabalhar com ficheiros um bocado grandes, exige bastante RAM e puxa demasiado pelo processador. O que, até certo ponto, até se compreende, visto que foi ainda há pouco tempo que o projecto Openoffice.org passou a suportar oficialmente esta plataforma. Certamente, as próximas versões serão cada vez mais optimizadas.

Calc - Um programa de folhas de cálculo semelhante ao Excel

Mas qual o programa que devemos usar? OpenOffice.org ou NeoOffice? O meu conselho é: experimente ambas e use a que lhe parecer melhor. Neste momento, a meu ver, as duas versões andam lado a lado. Ambas suportam os tipos de letra do sistema, coisa que não acontecia anteriormente. Dependendo das características da sua máquina (processador e memória RAM, sobretudo), o desempenho de cada uma delas pode variar.

Página oficial do projecto OpenOffice.org: www.openoffice.org
Página do projecto NeoOffice: trinity.neooffice.org

Páginas da Net que não abrem correctamente

Quem costuma navegar com bastante frequência pela Internet, certamente já se terá apercebido de que muitos sítios não funcionam correctamente nalguns programas.Safari Inclusivamente, há webmasters que chegam ao ponto de colocar nas suas páginas uma nota de rodapé informando que “Para visualizar correctamente esta página, é necessário o Internet Explorer 6”. Para além de prestarem um mau serviço aos visitantes, esses profissionais demonstram uma lamentável falta de capacidade técnica ou, pior ainda, uma falta de sensibilidade e de ética.

A Internet, por princípio, deve ser acessível a todas as pessoas, quer usem Windows, Linux, MacOS, BeOS, FreeBSD, Solaris, Symbian, etc.. Há um conjunto de convenções internacionais para criar um código HTML padrão, capaz de ser visualizado em todas as plataformas. Os administradores devem ter o cuidado de testar os seus sítios sob diferentes plataformas, para se assegurarem que pessoas que usam navegadores como o Safari, o Firefox ou o Opera não se vejam impossibilitadas de aceder normalmente às suas páginas.

Mas… o que fazer quando isso não se verifica?

Em primeiro lugar convém ter instalados diferentes navegadores. O Safari funciona bem com quase todas as páginas, Firefoxmas há alturas em que não consegue dar conta de um determinado recado (como praticamente qualquer programa, aliás). Nessas alturas, a melhor alternativa é, provavelmente, o Firefox, que pode ser descarregado gratuitamente no seguinte endereço:

www.mozilla-europe.org/pt

Trata-se de um programa baseado no Mozilla e que está disponível para quase todas as plataformas, incluindo MacOS X, Windows e Linux.

camino.jpgEm alternativa, existe um outro programa também baseado no Mozilla, mas que apresenta um visual mais integrado no ambiente Mac. Chama-se Camino e também é gratuito. Pode ser encontrado em:

www.caminobrowser.org

É importante que não se esqueça de fazer duas coisas, quando encontrar uma página que não funciona bem no Safari.

A primeira é avisar o técnico responsável pelo desenvolvimento ou administração da página em questão.

A segunda é fazer um pequeno relatório para a própria Apple, de forma a que o Safari possa ser continuamente melhorado. Assim, se se tratar de uma falha do Safari, os programadores da Apple terão conhecimento e tratarão de elaborar uma actualização a corrigir essa falha. Para o fazer, vá ao menu Safari e escolha o item Reportar Erros à Apple…

SMS Portugal – Envie SMS a partir do seu Mac!

SMS Portugal

Desta vez, apresentamos um widget indispensável para o Dashboard do seu Mac: o SMS Portugal. Este widget, da autoria do português José Coelho, permite enviar mensagens SMS para telemóveis através das redes TMN, Vodafone, Optimus e Rede4. Para o poder fazer, apenas é necessário estar registado no sítio da respectiva operadora.

Pode ser descarregado gratuitamente no seguinte endereço:

http://www.apple.com/downloads/dashboard/ email_messaging/smsportugal.html

Safari: Abrir várias abas ao mesmo tempo

Há alguns dias, coloquei neste blog um artigo sobre a navegação por abas no Safari. A grande extensão desse artigo levou a que eu omitisse uma outra dica, que me parece merecer algum destaque. Refiro-me à utilização da barra de favoritos para abrir ao mesmo tempo, com apenas um clique (sim, leu muito bem!) várias páginas da Internet distribuídas por um igual número de abas.

Podemos utilizar isso, por exemplo, se costumamos visitar com alguma frequência um certo conjunto de sítios da Internet.

Para o fazer, precisamos de clicar no ícone do livro, na barra de favoritos:

barra_favoritos.jpg

A primeira coisa a fazer é criar uma pasta dentro da colecção “Barra de Favoritos”. Para tal, clicamos no botão com um +, no rodapé da janela. Depois, temos de povoar essa pasta com os favoritos que desejamos abrir frequentemente, e marcamos nessa pasta a caixa de verificação da coluna intitulada “Clique Automático”:

safari_favoritos_pasta.jpg

Se reparar agora, na barra de favoritos passámos a ter um pequeno quadradinho em vez do triângulo.

safari_abas1.jpg

Isso indica que, quando clicar nesse item, em vez de mostrar um menu com os vários favoritos dessa pasta, o Safari irá abrir em várias abas todos os endereços nela contidos.

Paparazzi! – “Fotografar” as páginas da Net

paparazzi.jpg

Há algum tempo atrás, falamos sobre como criar ficheiros PDF num Mac, e demos o exemplo de uma página da Internet. O processo de criação do PDF seria semelhante ao de imprimir a página, e o resultado também muito parecido: quando imprimimos uma página da Internet, os programas costumam simplificar alguns aspectos gráficos, eliminando cores de fundo, por exemplo.

Mas, às vezes, dava jeito que pudéssemos imprimir a página exactamente como a vemos no ecrã. Isso é possível ser feito de forma bem simples utilizando um programa gratuito chamado Paparazzi! (http://www.derailer.org/paparazzi/).

Escrevemos o endereço da página da Internet que desejamos “fotografar” e ele trata do resto. Podemos gravar o resultado como JPEG, PDF, PNG ou TIFF.

Safari: Usando a navegação por abas

Apesar da simplicidade aparente do Safari, este navegador da Internet conta com algumas características que fazem dele um programa muito prático, útil e elegante. Entre os aspectos que tornam este programa uma das melhores opções para quem navega na Internet, sobressaem as abas.

Safari: abas

As abas (em inglês, “tabs”) permitem navegar simultaneamente em diferentes páginas da Internet numa mesma janela. A sua utilidade reside sobretudo no facto de permitirem uma melhor organização do nosso trabalho.

Por exemplo, posso ter abertas janelas de vários programas e até mesmo várias janelas do Safari. Se tiver aberta a página da LojaMac.com e a dum jornal digital, provavelmente não quererei vê-las misturadas com as 10 ou 11 páginas que acabo de abrir ao mesmo tempo a partir de uma pesquisa no Google. Muito menos, se estiver também a usar o Pages ou o Word para escrever um artigo sobre o tema dessa pesquisa. São janelas a mais, e todas misturadas de forma desorganizada.

Com as abas, eu posso agrupar as 10 ou 11 páginas da pesquisa numa única janela, passando facilmente de umas 15 janelas desorganizadas para apenas 3 ou 4 janelas organizadas por assunto.

Para utilizar as abas, deve verificar primeiro nas preferências do Safari (Maçã+,) se a navegação por abas se encontra activada.

Para criar uma nova aba, basta usar o atalho de teclado Maçã+T. Escreve um novo endereço e já está. Pode alternar entre as várias abas clicando nelas com o rato ou com o teclado, premindo simultaneamente Maçã e Shift e a seta direccional para a direita ou para esquerda.

Se quiser abrir uma hiperligação (por exemplo, numa pesquisa do Google) numa nova aba, só precisa de pressionar a tecla da Maçã quando clicar nela.

Quando usar o atalho de teclado Maçã+W (que, como vimos já noutro artigo, serve normalmente para fechar uma janela) será fechada a aba que se encontrar activa. A janela do Safari só se fechará quando não restarem abas, assegurando assim que não fecha outras abas por engano ou esquecimento.

Como criar facilmente ficheiros PDF

Já alguma vez desejou poder criar no seu computador um ficheiro que pudesse ser visualizado e/ou impresso em qualquer outro computador, sem que nada mudasse de posição e sem ter de se preocupar com os tipos de letra? O formato PDF (Portable Document Format), da Adobe, é uma das mais comuns respostas para esse tipo de problemas.

A boa notícia é que o seu Mac é capaz de criar ficheiros PDF a partir de quase todos os programas. E tudo isso pode ser feito de forma tão simples como imprimir um documento.

Vejamos um exemplo… Vamos criar um PDF a partir da página inicial deste blog, no Safari (mas poderia perfeitamente ser o Firefox, o Camino, ou até mesmo o próprio Internet Explorer). Para o fazer, basta mandar imprimir a página (Maçã+P ou Arquivo>Imprimir…).

Aparece então a seguinte folha de diálogo:

criar_pdf1.jpg

Repare que tem um botão que diz precisamente… “PDF”. Clicamos nele, a aparecem as seguintes opções:

Criar PDF

Escolhemos a opção “Salvar como PDF…” e depois é só indicar a pasta onde queremos guardar o ficheiro.

Simples, não é? É um método que funciona de origem em todos os Macs há já vários anos, sem que seja necessário instalar qualquer software adicional. Mas o melhor de tudo é que pode ser utilizado com qualquer programa que permita imprimir. Logo, pode transformar praticamente qualquer documento num ficheiro PDF, quer se trate de uma apresentação do Powerpoint, uma folha de cálculo do Excel, ou um trabalho realizado num daqueles programas de que você tanto gosta mas que só existem nos Macs.

Imprimimos um PDF e já está, podemos partilhar o trabalho com qualquer pessoa, mesmo que ela use Windows ou Linux.

O que são “Aplicativos Universais”?

Se chegou recentemente ao mundo do Mac, ou se simplesmente usa o seu fiel amigo sem nunca se preocupar com termos técnicos, talvez já lhe tenha ocorrido esta questão. De há cerca de um ano para cá, a Apple começou a falar de uns “Universal Applications“. Não foi por acaso.

Vou contar um pouco da história…

Há um ano atrás, todos os computadores da Apple usavam processadores da família PowerPC (PPC): os computadores de secretária (MacMini, iMac e PowerMac) usavam o famoso G5 e os portáteis continuavam a usar o já um pouco cansado G4. Eram derradeiros membros da “dinastia” PowerPC.

Em Janeiro deste ano, a Apple iniciou a transição de toda a sua linha de computadores para a plataforma Intel. Ou seja, em vez de usar processadores PowerPC, passou a usar processadores fabricados pela Intel, compatíveis com os de qualquer PC. Essa mudança de processador permitiu, por exemplo, dar novo vigor aos portáteis sem comprometer a sua autonomia. Alem disso, hoje em dia, é já possível instalar e correr nativamente o Windows em qualquer Mac, sem ser necessário recorrer a emuladores como o Virtual PC ou o Qemu e, o que é melhor, sem que se verifiquem perdas de velocidade.

Com essa transição, tornava-se necessário encontrar uma solução para a compatibilidade dos programas anteriores e posteriores à mudança de processador. Universal Applications logoA solução encontrada, bem inteligente, consistiu na criação de um formato “universal”, ou seja, os fabricantes dos programas podem com relativa facilidade criar um programa para MacOS X que pode ser executado tanto em PPC como em Intel.

– E quando um programa não é universal?

Se um programa não for universal e estiver preparado para correr apenas nos antigos PPC, nos novos Macs Intel entra em acção um programa invisível chamado Rosetta, que faz faz a conversão das instruções para os novos processadores. Graças a esse programa, quase todos os antigos programas, desenvolvidos para PPC, correm sem problemas nos novos Macs Intel.

A única desvantagem do Rosetta é uma certa perda de desempenho, mais facilmente notável nuns casos do que noutros. Esta desvantagem tem afectado sobretudo os utilizadores profissionais, por exemplo os que usam produtos da Adobe, que ainda não lançou versões universais da sua linha de software.

Mas para o utilizador comum, que usa o computador para ouvir ou criar música, ver ou fazer filmes, navegar na Internet, enviar e receber correio electrónico, conversar, trabalhar com aplicações de escritório (como o Pages, o Keynote ou o Microsoft Office), os novos Macs só trazem vantagens. Todos os programas da Apple, desde os pacotes iLife e iWork até aos programas profissionais como o Aperture ou o Final Cut Pro, estão disponíveis no formato universal. E o mesmo sucede com a maioria dos fabricantes.

Atalhos de teclado

Algumas das dúvidas mais frequentes entre os novos utilizadores de Mac costumam estar relacionadas com os atalhos de teclado, que são um pouco diferentes daqueles a que estariam acostumados em Windows ou Linux. Este texto é o primeiro de uma série de artigos destinados sobretudo aos “switchers“, ou seja, àqueles que adquiriram há pouco tempo o seu primeiro Mac.

A primeira coisa que se deve ter em conta quando se fala em atalhos de teclado é o nome das teclas. Nos manuais dos mais diversos programas, o leitor encontrará frequentemente referência às teclas COMMAND e OPTION. Estranho? Nem por isso.

COMMAND é a tecla da maçã, localizada ao lado da barra de espaços. É, de uma maneira geral, equivalente à tecla CONTROL no ambiente Windows, servindo para dar ordens ao computador. Para simplificar, vamos referir-nos a ela, simplesmente, como “Maçã”.

OPTION corresponde à tecla ALT, embora tenha uma utilização ligeiramente diferente da que acontece em Windows. Para evitar confusões, passarei a referir-me a ela com o nome “Alt”.

Vejamos agora exemplos de atalhos de teclado para algumas das tarefas mais frequentes:

Maçã + Barra de Espaços

Iniciar uma pesquisa com o Spotlight.

Maçã + Tabulação

Alternar entre aplicativos.

Maçã + O

Abrir (Open) um ficheiro ou um programa seleccionado. Note-se que este procedimento é diferente daquele que é usado em Windows.

ENTER
(no Finder, tendo seleccionado um ficheiro)

Mudar o nome do ficheiro.

Maçã + W

Fechar uma janela.

Maçã + Q

Sair (Quit) de um programa. Note-se que fechar uma janela é uma operação diferente de sair de um programa. Um programa pode continuar a ser executado, mesmo sem ter janelas abertas. Use este atalho se não pretender continuar a utilizar o programa actual. Assim, libertará alguma memória RAM, permitindo optimizar o desempenho dos outros programas que estiver a executar.

Maçã + Z

Desfazer ou anular uma acção.

Maçã + X

Cortar.

Maçã + C

Copiar.

Maçã + V

Colar.

Maçã + P

Imprimir.
Maçã + ,
Abrir o painel de preferências para o programa activo.

Alguns dos nossos leitores perguntarão ainda:

– Então, e afinal como é que se escreve a arroba?!

Para escrever a arroba (@), tal como todos os caracteres que se aparecem do lado direito das teclas, usamos ALT. No caso da arroba, basta usar a combinação Alt + 2.

CMS: Wordpress | woo: adaptado por Artur Azevedo